Mangá

No Japão
Shonen Sunday é a revista semanal que publica Inu-Yasha em capítulos.
Cada capítulo geralmente possui 18 páginas. Ao contrário do que muitos pensam, o mangá ainda é publicado no Japão, embora o anime já tenha sido concluído. Não se sabe a data que o mangá irá ser concluído porém, se tem uma noção, já que a autora Rumiko Takahashi divulgou uma tira na edição do capítulo 400 que deseja levar Inu-Yasha para a marca dos 500 capítulos, tornando assim, sua maior série.

Tira:
Mensagem Original: Mina-sama no ouen no okage de, 400-kai o mukaeru koto ga dekimashita. Ki ga tsukeba ichi-ban nagai rensai desu ga, mada mada kakanakereba naranai episoddo ga takusan arimasu. Toriaezu rensai 500-kai mezashite ganbarimasu!
Tradução: Devido à ajuda de todos vocês, eu cheguei ao capítulo 400. Notavelmente, esta é minha mais longa série porem, ainda há muito o que desenhar. Então por enquanto, estarei voltada a chegar ao capítulo 500!


No Brasil
No Brasil, a editora responsável pelo lançamento é a JBC, famosa por lançar diversos mangás no mercado brasileiro. O material, papel jornal, é semelhante ao usado no Japão. Outro destaque é a tradução que é precisa e concisa. A periocidade do mangá é quinzenal, cerda de 100 páginas por edição e a um preço bastante acessível (R$4.90). A única parte chata, é a edição do nome de alguns personagens, como no anime, e a falta de uma loja para conseguir os mangás atrasados, ou seja, para quem é novo no anime, terá que recorrer a sites de leilões para conseguir números atrasados. Para quem é fã de verdade o mangá da JBC é obrigatório já que irá mostrar os acontecimentos "pós" o final do anime.

Diferenças entre o mangá e o anime:
Como acontece em quase todos os animes, existem alguns episódios extras criados para enrolar a história e assim impedir que ultrapasse o mangá.
Com Inu-Yasha não é diferente. Alguns episódios, como o arco de Akitoki Houjo (o antepassado de Houjo) e Tsukyiomi e Joshiyomi, são exclusivos do anime, que parou no episódio 167, em meio a produção do mangá.