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4. Entrada de Dados4.1. Dados criados em CAD - 4.2. Edição de shapefiles - 4.3. Georreferenciamento - 4.4. Edição de atributosUm SIG completo contém não apenas ferramentas de visualização e consulta de dados; deve também possuir ferramentas de criação de dados a partir de mapas em papel pré-existentes, da integração com dados gerados em CAD, ou mesmo a partir do zero, através de interpretações de dados, do processamento avançado de dados, ou ainda da criação livre em tela.
4.1. Dados criados em CAD4.1.1. Polígono x Linha x Ponto x Texto - 4.1.2. Necessidade de conversão - 4.1.3. Seleção e exportação - 4.1.4. Limpeza de camposO ArcGIS suporta como formatos nativos os arquivos gerados nos dois sistemas de CAD mais utilizados em cartografia: o AutoCAD (arquivos *.DWG e *.DXF) e o Microstation (*.DGN). Isto significa que não é necessário fazer a conversão para shapefiles para a utilização destes arquivos em um mapa.
4.1.1. Polígono x Linha x Ponto x TextoArquivos CAD são criados como múltiplos layers sem nenhuma restrição quanto à geometria dos objetos neles armazenados. Isto significa que um mesmo layer pode conter indiscriminadamente pontos, linhas, polígonos e texto. No ArcGIS os layers (e shapefiles) contém apenas uma destas geometrias - e portanto a inserção de informações geradas em CAD deve ser decomposta, de modo que os dados puntuais fiquem em um layer, lineares em outro e assim por diante. Essa decomposição não exige esforço do usuário: basta que o mesmo identifique quais informações deseja. Veja aqui
4.1.2. Necessidade de conversãoConforme dito anteriormente, não é necessário realizar a conversão de arquivos CAD para shapefiles para inserí-los em um mapa. Contudo, se o usuário deseja modificar o dado, acrescentar informações tabulares, ou efetuar operações geométricas, a conversão se faz necessária. O procedimento para conversão para shapefile consiste em selecionar os objetos a serem convertidos, para em seguida ordenar a conversão.
4.1.3. Seleção e exportaçãoVeja aqui
4.1.4. Limpeza de camposQuando um arquivo CAD é inserido em um mapa ele traz consigo algumas informações inerentes ao CAD, como nome do layer ao qual o objeto pertence, elevação, tipo de linha, cor, etc. Ao converter o arquivo CAD para shapefile, estas informações são armazenadas em sua tabela de atributos (arquivo *.DBF), e se o número de registros (i.e. número de objetos no layer) for demasiado grande esta tabela será desnecessariamente extensa. É de praxe, portanto, que o shapefile gerado a partir de CAD tenha parte de seus campos apagada, de modo a economizar espaço em disco. Pode-se, à medida do possível, manter os campos Layer e Elevation (se contiver informação relevante: cota), enquanto os restantes poderão ser excluídos. Veja aqui
4.2. Edição de shapefiles4.2.1. Criação de shapefiles - 4.2.2. Editor Toolbox - 4.2.3. Modo de edição - 4.2.4. Tarefas de edição - 4.2.5. Ferramentas de edição - 4.2.6. Layers selecionáveis - 4.2.7. SnappingCompreende-se por Edição as tarefas de criação e modificação de dados espaciais. Shapefiles podem ser criados livremente no map display, ou interpretados sobre arquivos raster georreferenciados, ou ainda digitalizados a partir de uma mesa digitalizadora.
4.2.1. Criação de shapefilesA criação de shapefiles a partir do zero é feita apenas no ArcCatalog. Veja aqui
4.2.2. Editor Toolbox
Veja aqui
4.2.3. Modo de ediçãoUm shapefile só poderá ser editado se estiver em modo de edição
4.2.4. Tarefas de ediçãoUma vez em modo de edição, algumas tarefas podem ser executadas no layer editável (clique nos links abaixo):
4.2.5. Ferramentas de edição
4.2.6. Layers selecionáveisVeja aqui
4.2.7. SnappingDurante o modo de edição é possível determinar qual ou quais layers serão usados como snapping, ou seja, como ímãs do cursor para auxílio na escolha de pontos precisos. Veja aqui
4.3. Georreferenciamento4.3.1. Georeferencing Toolbox - 4.3.2. Ajuste no display - 4.3.3. Seleção de pontos de controle - 4.3.4. Geração de World File - 4.3.5. Retificação
Georreferenciamento de imagensGeorreferenciar refere-se a posicionar a informação em um lugar definido no espaço, com um sistema de projeção específico. Esta tarefa compreende o registro (com translação e rotação da informação) ou a retificação (ou warping, com a reamostragem da posição dos pontos da imagem ou vetor através do ajuste a um polinômio de primeira, segunda ou terceira ordens). O processo de georreferenciamento consiste, em geral, de quatro etapas: o reconhecimento de pontos de controle (GCP ou ground control points) na imagem, a entrada das coordenadas reais dos GCPs, a escolha do polinômio a ser aplicado à transformação, e o georreferenciamento em si. O ArcGIS reconhece que uma imagem é georreferenciada através do World File. Este é um arquivo ASCII comum, armazenado na mesma pasta (diretório) da imagem, e que possui o mesmo nome e a extensão (de 3 letras) segue a seguinte regra: 1a letra da extensão, última letra da extensão, e "w" (de world).
O world file é composto de 6 linhas, que devem conter as seguintes informacões como no exemplo a seguir: 30 0 0 -30 470545 8720780 onde 30 e -30: resolucão do pixel 0 e 0: parâmetro de rotacão 470545 e 8720780: coordenadas do centro do pixel superior esquerdo No ArcGIS existem duas maneiras de georreferenciar uma imagem: através da tomada de pontos de controle para a geração de world file (e a imagem fica georreferenciada apenas no Arcview - todas as versões), ou para a geração de uma outra imagem no formato GeoTIFF (para disponibilização em outros softwares). P.S.: o formato GeoTIFF não necessita de world file Em resumo, portanto, para georreferenciar uma imagem é necessário adicioná-la a um mapa, abrir a caixa de ferramentas Georeferencing, ajustar a imagem no display, selecionar pontos de controle, e no final escolher uma entre duas opções: gerar o world file ou retificar a imagem criando um GeoTIFF.
4.3.1. Georeferencing ToolboxVeja aqui
4.3.2.Ajuste no displayUma das maneiras de selecionar pontos de controle é através de um (ou mais) layer vetorial georreferenciado, a partir do qual identificam-se os pontos em comum com imagem. Após adicionar a imagem no ArcMap, ajuste-a no display
4.3.3. Seleção de pontos de controleSinta-se à vontade para escolher os pontos de controle. Uma vez escolhidos um número suficiente de pontos o Erro Médio Quadrático (RMS) será calculado, e o usuário poderá avaliar a qualidade dos pontos selecionados. Ajuste a imagem no display e veja aqui Veja aqui
4.3.4. Geração de World FileUma vez escolhido um número suficiente de pontos de controle é possível proceder à geração do world file. Veja aqui
4.3.5. RetificaçãoUma vez escolhido um número suficiente de pontos de controle é possível proceder à retificação da imagem, com a geração do arquivo GeoTIFF. Clique aqui
4.4. Edição de atributos4.4.1. Adição de campos - 4.4.2. Modo de edição - 4.4.3. Calcular valoresA definição das propriedades dos objetos no ArcGIS, envolvendo a criação de campos e o cálculo (preenchimento) de valores é feita na tabela de atributos do layer.
4.4.1. Adição de camposA inclusão de novos campos (propriedades) na tabela de atributos é realizada apenas se o layer NÃO ESTIVER em modo de edição. Para definir um novo atributo o usuário deve indicar o nome desta propriedade, o tipo do campo (número, string, data, etc.) e o seu comprimento. Clique aqui
4.4.2. Modo de ediçãoPara editar atributos é necessário colocar primeiro o layer em modo de edição. Após o preenchimento dos valores, o modo de edição deve ser parado (Stop Editing).
4.4.3. Calcular valoresPara preencher valores em um campo da tabela de atributos é necessário que o layer seja colocado em modo de edição. Selecione os objetos (registros) que se deseja editar e calcule os valores do campo. Veja aqui
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© copyleft 2002-2003 Rodrigo Nobrega |
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